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Planejamento e o Vício do Fazejamento

Você sabe qual a forma mais rápida de terminar um projeto com a qualidade esperada, sem estourar o orçamento e sem precisar contar com a sorte? Fácil! Fazendo certo logo da primeira vez.

 Atualmente todos aceitam que cigarro faz mal pra saúde. É difícil encontrar alguém que argumente contra essa sentença. Entretanto, para algumas pessoas, essa informação não é suficiente para fazê-las parar de fumar. Muitos continuam fumando e sentindo uma dose de culpa e prazer com seu vício. É igualmente difícil argumentar contra a importância do planejamento para se alcançar objetivos. Seja nas empresas ou para as pessoas em suas vidas pessoal ou profissional o caminho mais rápido para as conquistas exige uma certa dose de planejamento. Entretanto, a verdade é que essa é uma prática pouco realizada.

Quando uma meta é assumida por uma pessoa ou equipe, rapidamente o grupo parece ficar inebriado pela necessidade – quase química – de agir, de colocar a mão na massa e começar a fazer logo, afinal de contas não há tempo a perder. Talvez esse comportamento encontre explicação na ansiedade associada à necessidade de perceber algum avanço na direção do objetivo traçado. Essa prática não é necessariamente ruim. O problema surge quando o projeto é tocado do início ao fim dessa forma, na base do fazejamento.

Sim, é verdade que muitas vezes não é necessário empregar toda aquela burocracia dos sistemas de planejamento e controle. Nesses casos parar para planejar pode ser realmente uma perda de tempo. Contudo, a crescente complexidade das organizações e dos seus projetos associados a metas cada vez mais desafiadoras tornam raros esse tipos de situação. Em outras palavras, quase sempre planejar implica em ganhar tempo.

O planejamento é na verdade apenas um passo no processo de tomada de decisões. Ele procura dar mais eficácia e eficiência para a ação de decidir e atingir objetivos. Entretanto, é verdade, exige sim o investimento de tempo. Aqui a palavra investimento foi escolhida propositalmente para dar ideia de que se espera um retorno para o tempo usado para planejar. Com esse investimento espera-se, por exemplo, perder menos tempo com retrabalhos, com atividades pouco importantes, com atividades que podem ser delegadas, com esperas desnecessárias, entre outros inquestionáveis desperdícios de tempo.

Quando uma empresa decide por melhorar seu planejamento precisa considerar que vai precisar investir tempo de seus empregados para as atividades de planejamento, e eventualmente até precisará aumentar sua equipe. Os resultados vão depender do estabelecimento de um processo de planejamento e, sobretudo de REPLANEJAMENTO dos projetos.

Ainda assim há empresas e profissionais que tocam projetos como se o planejamento fosse perda de tempo! E numa certa medida até acreditam nisso. Veja o vídeo abaixo e tente responder: no projeto em questão você acha que foi gasto mais tempo no planejamento ou execução? Quanto tempo você acha que foi perdido com retrabalho?

Sucesso!

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